Menta ou qualquer coisa assim

Aquele que nada espera, nunca se decepciona. E apesar de eu atingir o extremo do drama, de fato não esperava mais nada. Não esperava por conformação, depois de quase me deixar vencer pelo sofá e pelo tédio caseiro. Mas, sempre carrego um lembrete que diz “Não deixe que ninguém seja responsável pelo seu humor”, e eu não poderia mesmo deixar que algo que não chegou a existir me privasse de uma sexta-feira. Afinal, sexta-feira é sagrado.
Mas na chuva, na calçada, e na impaciência, comecei a me deixar perceber que eu esperava. E como esperava. Não sei ao certo se acreditava que tudo de fato seria resolvido, mas ao menos uma mudança de personalidade era o mínimo.
E uau. Eu não pronunciei ao menos um verbete em resposta à palavra mágica. Por surpresa? Não. Era porque no fundo, eu realmente esperava que isso fosse acontecer.
Agora penso que fui apressada em me levantar antes mesmo de reagir. Mas, ninguém ali estava indeciso sobre o que estava por vir, não era surpresa pra nenhum de nós.
Quando eu acho que estou acertando, no fundo estou errando mais um pouco. Erro quando me deixo levar pelo calor do momento e falo demais. Erro quando sinto necessidade de ser correta, e na vontade de ser bem vista pelos outros. Acabo por me explicar demais, acabo por me entregar demais, por ser transparente demais.
Mas, no fim, tudo compensa. E tudo que foi dito dissolve-se no ar por outras coisas mais fortes. Sempre assim.
Aquele que espera, pode se decepcionar. Mas, caso ocorra o contrário a euforia pode tornar-se ainda maior. Eu não sabia se estava agindo certo, se estava sendo o que nunca quis ser, ou se estava desagradando. Fiz o que tive vontade sem pensar em me reprimir. Fora de todas as condutas e linhas retilíneas uniformes.
Eu minto se disser que sabia que estava me precipitando, porque não, eu nem cheguei a pensar nisso. Só conseguia asismilar um histórico de erros, acertos, e o presente cheio de motivações. Eu estava radiante, mas me contive em transparecer nada mais que o normal.
O novo não assusta se você esperava por isso. E repito, eu esperava. Tanto que mal tive tempo de me sentir patética, ou idiota. Cada sorriso, e cada movimento incalculado foram fortes, o suficiente pra eu dormir leve.
E esperar mais…

Ahh, se eu pudesse…

Nem tudo funciona como o planejado, e pode ser que em cinco minutos eu tenha estragado algumas semanas, ou meses.
Ah, mas se eu pudesse trocar os personagens. Ah, se eu pudesse ser menos fraca. Ah, se eu pudesse ser diretamente sincera. Ah, se eu pudesse ser menos burra!
Quem cala consente. E eu me calei pelo resto da noite ouvindo cada comentário indireto e cada história desnecessária.
Tudo bem, eu fui realmente uma estúpida e aceito a condição da cara feia e da má vontade. Aceito a condição da cerveja ser mais interessante que todo o resto.
Eu te conheço mesmo sem nunca ter te visto assim. E tenha certeza que, de fato, não aproveitei cada minuto erroneamente gasto. Ou desperdiçado, afinal…
Metódica que sou, já sairia escrevendo monólogos e treinando discursos convincentes. Mas, não. Calma, não posso me precipitar. Pelo menos dessa vez.

Pudim

Já não me importa tanto assim que os planos nunca funcionem como deveriam, até porque eu mesma já aprendi a considerá-los duvidosos.
Mas, não é porque as circunstâncias tomaram um rumo diferente daquele inicialmente esperado, que não possam ser agradáveis. E acrescenta agradáveis nisso.
De longe se foi a época em que eu saia de casa com uma única e infalível companhia para reclamar. Hoje, meus dias estão sendo marcados com muitas risadas e bom-humor, fazendo com que tudo vire piada e planos cada vez melhores.
Com alguns reais, boas amigas, e lugares legais eu pude ter um início de noite incrivelmente americano. Com direito a acolchoado de couro e festas sujas. Festas devidamente sujas e cheias de copos descartáveis vermelhos.
Dias que aparentemente não parecem reservar grandes surpresas e lembranças amáveis (ou melhor, amorosas), tornam-se ainda melhores quando tudo corre perfeitamente bem abrindo espaço para a alegria. Alegria de viver cada momento simples, mas cheio de significado. Alegria de viver cada plano e cada dia que os antecedam. Alegria de simplesmente viver por estar feliz.
Como se cada comentário não tivesse sido incrivelmente cômico, ainda tivemos o momento de decidir entre a partilha do pudim com as amigas, ou a solitária degustação do prato de cocô.
Acima de qualquer sintoma e declaração de carência, não tem jeito: Estou mais do que na fase de dividir o pudim com as amigas, estou na época perfeita para isso.
Feita a escolha, basta planejar as festas quase-americanas – quase, afinal somos limpinhas -, e escolher cuidadosamente o sabor de cada pudim. Escolher, anotar e experimentar.
Afinal, esses você tem que compartilhar com as amigas!

Vamos fazer virar realidade?

Enquanto eu me remexia na cama de calor e falta de sono, acabei pensando em algumas possibilidades da gente se encontrar, e alguns lugares em que a gente poderia se ver. Por simples falta do que pensar, afinal essa quase-insônia tem me forçado a ter uma criatividade imensa antes de dormir, simplesmente fiz uns pequenos planos caso realmente estivéssemos dispostos a nos ver e colocar a conversa em dia. Nada que tivesse grande destaque, até porque o dia seguinte me parecia ter acontecimentos mais surpreendentes que um simples passeio pela Avenida Paulista.
Eu só não imaginava que quando eu “acordasse” eu estaria realmente prestes a rever seu rosto. Tudo foi combinado de uma maneira bem simples e prática, e num piscar de olhos minha mãe estava me levando para a sua casa, por um caminho que me pareceu ser o do aeroporto – só que o aeroporto errado. Mas, apesar do caminho não me parecer o certo, não demorou para que eu estivesse na sua branca e enorme casa, muito bem arejada devido às janelas enormes de vidro.
No hall de entrada, havia uma chapeleira de madeira, e no patamar da escada – onde as paredes tinham uma coloração azul – havia uma mesa com tampo de vidro, com um vaso trabalhado e branco, cheio de flores. Uma casa grande igual a sua, eu só havia visto no filme “O Diabo veste Prada”.
Para a minha surpresa, fui recebida calorosamente pela sua mãe, que apesar de não me conhecer me tratou como se eu já fosse da sua família. Enquanto eu colocava minhas duas malas grandes e marrons, dentro de um quarto escuro – que mais tarde eu descobriria ser o seu -, alguma coisa aconteceu comigo.
E quando eu me dei conta, estávamos em uma grande festa. Numa festa de quinze anos, de alguma garota que eu mal sabia quem era, e você cansou de jurar que não havia problema algum pelo fato de eu não ter sido convidada.
A aniversariante não deu as caras durante toda a festa, se é que ela realmente existia. Mas eu pude reparar que a organização da festa deve ter sido muito trabalhosa pois o lugar era incrivelmente lindo, tinha ambientes descontraídos com suas paredes vermelho-berrante. Sem contar os espelhos em formatos variados e os globos de espelho pendurados em todos os ambientes.
Eu estava usando um vestido preto de dar inveja, super curtinho e justo. Estava muito bem combinado com saltos altos pretos, bem retrô. E como toque final, eu usava uma maquiagem um pouco pesada, e cabelos enrolados para ficarem propositalmente bagunçados. Tudo estava em perfeita harmonia, com exceção da minha enorme bolsa roxa que minha mãe costurou dias atrás. E algo me leva a crer, que além da bolsa exageradamente grande, eu carregava algumas sacolas de plástico e de lojas do shopping.
A festa estava tão lotada, que grande parte do tempo nós passamos dentro do banheiro. Que além de ser unissex, era todinho revestido por espelhos de ponta a ponta. Os lavatórios eram todos cromados e super brilhantes. A movimentação por lá era tão rotativa e repetitiva que por alguns momentos eu cheguei a suspeitar que o melhor da festa acontecesse por lá.
Quando por fim eu me decidi por usar o banheiro, cerca de duas pessoas simplesmente acharam normal entrarem no reservado junto comigo. E você ficou me olhando com aquela expressão calma, enquanto meu queixo caia. Após observar meu desespero em fase inicial, você apoiou cada uma das sacolas e minha bolsa roxa na pia – afinal, eu pedia incansavelmente para você segura-las pra mim, e me puxou pelo braço delicadamente fazendo com que aquelas duas pessoas esquisitas e com hábitos mais estranhos ainda, percebessem que eu não estava sozinha.
E de uma maneira mais doce ainda, você passou a mão pela minha cintura abaixando até o quadril – onde meu vestido era ainda mais justo – causando-me uma espécie de frenesi, pois por mais que ambos soubéssemos o que estava acontecendo naquele dia, não haviam sido dados sinais de que aquilo realmente era real.
Assim, saímos de mãos dadas daquilo que erroneamente recebeu o nome de banheiro, à procura de alguns de seus amigos. Quando os encontramos, não tivemos outra escolha além de nos sentarmos na escadaria de metal, pintada com um branco contrastante, porque todos os sofás, cadeiras, e poltronas estavam ocupados. Como se todos os convidados tivessem saído do banheiro decidindo sentar-se por um momento.
Aquele certamente foi um dos momentos mais doces da festa. Entre muitas risadas e conversas, inclusive com um dos garçons, eu pude ver como o seu sorriso irradiava felicidade. E a cada momento que você notava meu olhar fascinado pelos seus traços, você sorria ainda mais enquanto fazia carícias de leve na minha mão – que ainda continuava grudada na sua.
Tudo parecia incrivelmente bem e finalmente estável, até que numa fração de segundos já estávamos no carro voltando para sua casa. O carro movimentava-se suave pelo asfalto, mas havia algo estranho novamente. Somente nós dois estávamos naquele veículo, eu estava no banco do passageiro com minha bolsa roxa nos braços, e você estava curvado amarrando o cadarço do seu tênis enquanto mais uma vez gargalhava e dizia estar feliz.
De qualquer maneira, chegamos na sua casa. Você estava com outra roupa, vestindo agora uma pólo listrada vermelha e azul, e eu já não carregava mais minhas sacolas de plástico. Subimos as escadas ainda de mãos dadas, e novamente entre risos nos direcionamos para o quarto onde eu havia deixado minhas malas.
Ele já não estava mais na mesma escuridão de antes, pois havia uma enorme televisão ligada fazendo com que o quarto se enchesse de luz, o suficiente para revelar que haviam pessoas ali. Eram seus amigos, que também pareciam estar se divertindo pois riam muito enquanto jogavam vídeo-game.
Nós passamos abraçados pelo seu quarto, e você observou seus amigos como se aquilo fosse algo corriqueiro. Fomos em direção ao fim do corredor, onde depois de um estalo estávamos olhando o céu. Depois disso, tudo aconteceu rápido demais.
Quando eu voltei meu olhos para nós, você ainda estava ao meu lado, mas agora já havia soltado minha mão para se deitar na esteira em que sentamos. Eu estava segurando um ‘notebook’ no colo, e digitava tudo o que eu gostaria de te dizer, tudo que eu havia sentido nessa noite tão maluca.
Só que eu estava cometendo um grande erro, pois estava enviando isso tudo para outra pessoa que parecia se identificar com cada sentimento enquanto dizia sem parar “Como eu me apaixonei rápido!”. Quando eu realmente me dei conta de que estava me declarando para a pessoa errada, eu entrei em pânico por alguns segundos, e cheguei inclusive a pedir ajudas e conselhos para alguns amigos. Mas foram apenas segundos, porque você voltou a segurar a minha mão e sorriu.
E aquele momento não precisava de palavras, pois aqueles sorrisos e olhares brilhantes comprovavam: nós namorávamos, e como se isso não nos bastasse, éramos muito, mas muito felizes juntos.

Três, dois, um!

Ativar!
Tudo funciona quase como uma largada, onde em certos dias, como hoje, posso perceber que tudo está apenas começando. E apesar de todos os confrontos entre a ansiedade e a necessidade de extrema paciência que me assombra por toda a vida, eu estou aproveitando cada segundo.

O tempo passou devagar, e cada risada a pilha de copos aumentava. E tudo bem se foi difícil pra levantar da cadeira e captar um ponto fixo!
O banho que eu tomei, iluminado pela luz natural da lua serviu de conclusão: já sei o que quero para parte dos meus dias. Tudo aquilo que eu sempre achei causador de puro disperdício de dias proveitosos, tornou-se característico de boa fama.
Quero mais é que os dias aconteçam, e que venham mais e mais copos de cerveja. Mesmo que isso resulte em confissões desnecessárias…

BeiraMar

Falta pouco para as nove horas da noite, e depois de tomar um banho bem quente e relaxante, bastou eu dar uma espiada porta à fora para me deparar com o horizonte sem fim.
Após um ano sem colocar os pés na areia de uma praia, tendo que me contentar com piscinas de azulejos e campos gramados, o cérebro quase demora para processar a visão do paraíso.
Dias de estresse e um pouco desanimados erroneamente, foram oficialmente passados para trás, quando num ponto alto da estrada eu pude avistar aquele mar esverdeado, estonteamente convidativo chamando pelo meu nome.
É incrível como na praia o vento bate – obviamente – diferente, como o cheiro é diferente e como o céu é mais amplo, abrindo um enorme espaço para o sol.
Não hesitei em vestir meu biquíni, e sem carregar nada além de minhas energias e meus cabelos desgrenhados, corri em direção ao mar. Antes, sentindo meus dedos dos pés afundarem livremente na areia fina e branca.
Aah… O mar! Eu mal podia acreditar que estava boiando naquela água limpa, entre ondas quentes e frias, enquanto observava o céu limpo e os raios de sol pairando sob as árvores, faiscando nas pedras grandes e cheias de musgo.
Foi quase como lavar a alma numa primeira ida ao mar. Ou como a realização de um desejo no dia de aniversário. As circunstâncias simplesmente não podem aceitar, nem permitir a falta de bem-estar. Até porque, esse tipo de ambiante não conhece tal expressão negativa…
Uma caminhada de seis quilômetros pela areia firme e molhada fizeram com que eu sentisse o aconchego penetrar a cada vez que meus calcanhares sofriam impacto. E nem mesmo quando meus poros estavam todos arrepiados com a brisa gélida do mar, eu pude desviar meu olhos do encontro entre o céu e o mar – que apesar de unidos, contrastam em cores gritantes.
O sol ainda teimava em queimar, esquanto o céu tomava colorações diversas a cada segundo, anunciando que o sol preguiçosamente começaria a se pôr.
E num horário em que São Paulo está mergulhado no escuro e no caos, Bombinhas (SC) revela um céu lusco-fusco onde pode-se distinguir a linha perfeitamente reta do horizonte.
O relógio já marca pouco mais de onze horas da noite, e ao espiar pelas persianas posso ver as ondas escuras avançarem a areia, revelando bordas brancas de espuma salgada.
Agora, só me resta encostar minha cabeça no travesseiro sentindo de leve a brisa noturna penetrar pela janela, e dormir… Embalada pelo som calmo, tranquilizante e, ao mesmo tempo incessante, das ondas quebrando de leve. Indo e vindo pela praia.

Reunião III

Tudo bem. Eu sempre tive que ser paciente, tento que (quase) não sofro mais de angústia. Esse não chega a ser um “tudo bem” incrivelmente conformado, mas pelo menos não é um “tudo bem” iludido demais.
Ler tudo aquilo que eu já sei, não soa como repetição. É confirmação e alívio. Não me importa mais se falei mais do que deveria, ou menos, ou de um jeito errado…
Nunca precisarei ser o que não sou para chamar a atenção de quem quer que seja, e o principal: nunca precisarei ser estúpida (em vários sentidos) para conseguir o que eu quero.
Encerro minha participação nas reuniões como olheira, afinal, meus planos agora são os de aproveitar cada segundo em que meus pés tocarão a areia da praia, com a mente livre e orgulhosa de tudo o que consegui realizar e mudar em tão pouco tempo.
Os pinos no tabuleiro estão todos dispostos aos mesmos desafios, estão todos no mesmo barco – ou tabuleiro. Agora que o meu peão entrou em recesso – não na cadeia, e sim no paraíso – ficará sem jogar por algumas semanas, mas continuará sólido e otimista. Ainda há muito para jogar, e para vencer.

Gira-gira

Por mais que permanecer por muitos minutos em cima de um gira-gira, possa me ocasionar náuseas, devo dizer que é impressionante a sensação de ver os planos de fundo mudarem a cada fração de segundo.
É assustadora a velocidade como o mundo gira incansavelmente. Se girasse mais que isso, correríamos o risco de cair apesar da gravidade.
Tudo isso só me leva a crer que sofrer antecipadamente e pronunciar a palavra “nunca”, é pura burrice. Só me resta aproveitar esse clima de fim de ano, onde as pessoas perdem seu tempo fazendo promessas e resoluções para abrir meus olhos pra vida. Vida, vi-da. E viver.
E que o mundo gire mais e mais, gire loucamente, intensamente e freneticamente. Porque eu tenho SEDE de viver cada uma das voltas em círculos que ainda estão por vir.

Reunião I

Entre milhões de risadas e mais fantasia do que ações propriamente ditas, iniciou-se a primeira reunião pós filosofia “Viva Las Vegas”. Não há nada que possa ter mais cara de uma madrugada de férias em plena segunda-feira.
É como entrar numa loja de departamentos, e antes de escolher os objetos de decoração, ficar papeando com as comadres sobre qual seria a melhor peça para a cor da sala de estar.
Mas talvez seja um pouco mais complicado que isso. Afinal, objetos de decoração não costumam ter temperamentos instáveis e muito menos orgulho. Mas, principalmente, compradoras de objetos de decoração não costumam serem afetadas diretamente com esse tipo de reação.
Comprar objetos de decoração e seguir à risca táticas da reunião podem ser atividades que cansam e desgastam, mas nada como ter os objetivos iniciais completos e alcançados…

Stand By Me

Não dá nem pra acreditar. Finalmente o trauma do Workbook chegou ao fim. Apesar de todo o alívio de imaginar minhas terças e quintas-feiras livres, já posso perceber que sentirei muita falta.
Depois de cinco anos sofrendo o trauma de não poder dormir após o almoço, e o de contar minuciosamente as faltas anuais, no começo será estranho. Será como ter um buraco nesses dois dias da semana.
Não que eles não possam ser preenchidos com cochilos breves, seriados, e qualquer outra atividade convencional. Preencher duas tardes livres, não será meu problema. Será difícil me acostumar com a idéia de não compartilhar as aulas com as (desde esse ano) sete melhores companhias.
Melhores na hora de compartilhar o fim de semana, as fofocas, os problemas com a escola, os doces, as bolachas recheadas, e até mesmo as poucas lições que a gente fazia. Sem contar as respostas nas provas.
Irei sentir saudades, irei levar sempre vocês comigo. Stand By me.