Boina

Não há Cachorro Grande sem boina, e no meu mundo também já não há boina sem Cachorro Grande. Mesmo sem analisar muito fica fácil reparar que não há Cachorro Grande sem noite divertida. As bolachas, os balões, a roda gigante, algumas garrafas e ausência de preocupação. Essa atmosfera é altamente contagiosa, fazendo com que o show perfeito para se divertir ainda traga um êxtase contínuo.
O raciocínio se torna lógico quando bandas românticas/dramáticas causam reflexão, e bandas (ou a banda) despreocupada causa despreocupação! Veja só, quanta genialidade da minha parte.
O contexto é de uma mesa de bar, com um clima meia-estação, jaquetas de couro ou ternos quase pretos. Onde no caos urbano, cheio de luzes vermelhas e azuis, pernas com meia fina preta, botas e vestido, correm. Sem destino e até mesmo sem pressa. Enquanto olha para trás e ri a franja bagunça com o vento. E as luzes continuam intensas destacando na noite, obviamente, sem estrelas. Em flashes, a mesa redonda ainda está cheia. Pode ser sexta, domingo ou plena quarta-feira. Tanto faz, tanto fez. Não há problemas que não possam ser afogados. Não há noite que vá terminar.

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