Diário de ferias três.
Após duas manhãs eu já sabia que aquela seria a rotina matutina pelos dias à frente. Ser sempre a última a acordar, pescoçar na outra cama e ver se estava vazia, sempre estava. Descer até a salinha do computador, dar bom dia, ver blogs de moda, desejar roupar, reclamar pelas coxas grossas (os dois últimos feitos em conjunto) e então, almoçar. É, eu disse ser mesmo a última a acordar. Depois disso o primeiro passo era programar o dia todo, ou já se trocar para tal no caso de já estar tudo certo.
Hoje também entendi a normalidade em estar sempre na casa dos outros, falar completamente a vontade e, principalmente, sem se constranger. Mas, é claro que pra mim tudo é muito novo. Inclusive na parte em não se sentir sem graça… O blush não foi propositalmente para disfarçar! Eu realmente passo todos os dias… Sempre caio em situações-trio onde eu não sei por onde começar com a naturalidade. Na falta de tato, aposto na indiferença. Costuma dar certo!
Não sei se o fato, que citarei a seguir, chega a ser o pior ou melhor ponto nessa situação toda. Mas, por ironia sempre acabamos juntas, quietas, e nos ajudando. Morno, isso deve acontecer pra estabelecer um equilíbrio térmico. Onde atrapalha por ninguém querer ser sincero e ajuda por demonstrar racionalidade. Enfim, a noite já prometia ser muito boa e eu mal podia esperar!
Na volta, pasmem! Os carros ficaram parados em fila por alguns segundos, só pra eu sentir saudade de casa. Mas não demorou para entrarmos numa rua de terra, sendo suficiente para eu reafirmar onde estava de verdade.
Peço que me lembrem de na próxima trazer, no mínimo, um par de botas. Estou atravessando a semana da montaria dentro da calça, e tudo o que eu tenho é um all star! Além de ver muito chapéu country também. O contexto é completo.
O rock country faz o estilo bang bang alternativo, com porta-balcão e copos sujos. Uns goles a mais e eu estaria num estado de plena loucura. Logo eu estava sofrendo com meu velho problema, em pertencer à classe de quem nao faz musica alguma… Mas eu não estava sozinha nessa, e quem passou pela mesma ideia não pensou duas vezes antes de confessar cada uma das impressões. Não há mal algum, enquanto isso guardo meus comentários e os olhares que eu, auspiciosamente, reparei.
O ônibus todo velho e acabado, as músicas, o frio interminável, a chuva chata e o cachorro-quente aprovadíssimo pela vigilância sanitária. Tudo tão absurdamente natural e agradável. Por mais que me faltassem comentários e conhecimento musical, o momento era peculiarmente adequado, apesar de poder ser diferente com um detalhe a mais.
Pra fechar a noite, música ruim e espontaneidade. Vassoura e a mãozinha que não tocou. Chuva, chuva e mais chuva. De novo estava eu, concluindo que o destino fazia nos ajudarmos, e eu não faltava com a sinceridade. Ate então ninguém havia me feito nada. Não minto, realmente procurei uma fivela familiar na multidão e fiquei imaginando qual seria o tempero da situação…
Mais uma experiência pra ser computada no arquivo da saudade. Já não quero ir embora.
Hoje também entendi a normalidade em estar sempre na casa dos outros, falar completamente a vontade e, principalmente, sem se constranger. Mas, é claro que pra mim tudo é muito novo. Inclusive na parte em não se sentir sem graça… O blush não foi propositalmente para disfarçar! Eu realmente passo todos os dias… Sempre caio em situações-trio onde eu não sei por onde começar com a naturalidade. Na falta de tato, aposto na indiferença. Costuma dar certo!
Não sei se o fato, que citarei a seguir, chega a ser o pior ou melhor ponto nessa situação toda. Mas, por ironia sempre acabamos juntas, quietas, e nos ajudando. Morno, isso deve acontecer pra estabelecer um equilíbrio térmico. Onde atrapalha por ninguém querer ser sincero e ajuda por demonstrar racionalidade. Enfim, a noite já prometia ser muito boa e eu mal podia esperar!
Na volta, pasmem! Os carros ficaram parados em fila por alguns segundos, só pra eu sentir saudade de casa. Mas não demorou para entrarmos numa rua de terra, sendo suficiente para eu reafirmar onde estava de verdade.
Peço que me lembrem de na próxima trazer, no mínimo, um par de botas. Estou atravessando a semana da montaria dentro da calça, e tudo o que eu tenho é um all star! Além de ver muito chapéu country também. O contexto é completo.
O rock country faz o estilo bang bang alternativo, com porta-balcão e copos sujos. Uns goles a mais e eu estaria num estado de plena loucura. Logo eu estava sofrendo com meu velho problema, em pertencer à classe de quem nao faz musica alguma… Mas eu não estava sozinha nessa, e quem passou pela mesma ideia não pensou duas vezes antes de confessar cada uma das impressões. Não há mal algum, enquanto isso guardo meus comentários e os olhares que eu, auspiciosamente, reparei.
O ônibus todo velho e acabado, as músicas, o frio interminável, a chuva chata e o cachorro-quente aprovadíssimo pela vigilância sanitária. Tudo tão absurdamente natural e agradável. Por mais que me faltassem comentários e conhecimento musical, o momento era peculiarmente adequado, apesar de poder ser diferente com um detalhe a mais.
Pra fechar a noite, música ruim e espontaneidade. Vassoura e a mãozinha que não tocou. Chuva, chuva e mais chuva. De novo estava eu, concluindo que o destino fazia nos ajudarmos, e eu não faltava com a sinceridade. Ate então ninguém havia me feito nada. Não minto, realmente procurei uma fivela familiar na multidão e fiquei imaginando qual seria o tempero da situação…
Mais uma experiência pra ser computada no arquivo da saudade. Já não quero ir embora.
Frase do dia: Dance, a dança da mãozinha.
Expressão do dia: Ai que menina linda!
Palavra do sono: Quiiiiso?