Você venceu, conseguiu o que queria. Congratulações!
Caprichei o meu ego durante todo o tempo em que foi possível. Eu não fazia idéia do que estava fazendo, mas tudo aquilo me fazia bem. Principalmente pelo fato de acontecer naturalmente, sem intenções escancaradas, ruidosas.
Tartarugas, parentescos, músicas e banjo. Por mais que eu estivesse apenas desviando meu consciente daquilo que meu subconsciente estava afundado, não posso negar interesse. E muito menos todos os pontos positivos que não param de subir na tela do computador.
E a cada aviso sonoro de mais um ponto computado, colheres de pó instantâneo foram acrescentadas, me remetendo a uma situação estranha, conhecida e distante.
Uma situação boa, renovadora, incentivadora. É como dormir num domingo e acordar numa sexta-feira. Sem dias ruins, sem segunda-feira.
Eu me jogo de cabeça, mas tento manter minhas mãos firmes na borda o suficiente para molhar meus cabelos sem perder o rumo. Nessas águas azuis, translúcidas. Aceito ficar submersa enquanto a temperatura estiver agradável, aceito deixar meu cabelo no cloro enquanto ele for em pó instantâneo.
Uma braçada por vez…