Essa palavra pode soar exagerada, abusada e até ridícula. Mas tem um caimento incrível, ao meu ver, para as situações marcadas nesse dia.
Quem faz aniversário durante os dias úteis da semana só pode esperar que o fim de semana sirva de comemoração, por mais que tenha havido uma provisória. E mais do que fazer uma comemoração, houve uma celebração. Não só dos tais dezesseis anos de vida, mas propriamente dizendo de uma nova fase de vida.
Confesso que me envergonho um pouco ao lembrar, e principalmente, citar os bloqueios que me sujeitei no início do ano. Quando eu digo que mudei e as pessoas duvidam é porque elas simplesmente não podem sentir a diferença que eu sinto ao me ver sem as paredes que me enquadravam.
Quando a gente percebe que não há muitas escolhas e tem mais é que se arriscar, o campo de visão amplia, e se você souber aproveitar cada uma das situações você cresce. Como eu cresci.
É simplesmente pouco inteligente se deixar levar por modelos estipulados sabe-se lá por quem e impedir a si próprio de viver certas amizades e certos momentos. E quando eu digo que cresci, é porque aprendi que você não precisa ser exatamente como seus amigos e muito menos fazer o que eles fazem. Aceitação e personalidade são duas coisas que andam juntas e podem muito bem serem construídas juntas.
Decorrente disso em alguns pontos (alguns, não todos) eu mudei. Mudei porque cresci, cresci porque mudei. Pode soar confuso ou até mesmo com o mesmo significado, mas além de abrir meus horizontes para as pessoas ao meu redor eu abri os horizontes para mim mesma. Assim, aprendi a começar a me dar as oportunidades de viver e aproveitar como deve ser. Algumas formalidades ainda precisam ser abandonadas, mas nada como uma sexta-feira para servir de formatura.
E essa sexta-feira serviu para eu perceber cada uma dessas diferenças a qual me sujeitei, percebendo que sentirei falta de certas personalidades difíceis que foram importantes para que essa fase fosse alcançada.
Além do mais, serviu – e talvez principalmente – para eu provar somente para mim mesma que certas atitudes não condenam e não prejudicam, além de fazerem bem para uma tal de alto estima.
Ao mesmo tempo que trás benefícios faz com que eu perceba que definitivamente não estou pronta, e nem pretendo, sujeitar-me a algumas decorrências. Aliás, nem preciso.
Tenho completa certeza de que há quem critique e considere tudo isso influência e bla bla bla. Mas eu me sinto bem e acho que tudo isso é pouco, pequeno e até mesmo idiota para que exista explicações.
Claro, não poderia deixar de citar como o mundo dá voltas… Gosto tanto disso!
Ahh, aaaah. Depois da formatura, vem o colégio. E no colégio…
Quem faz aniversário durante os dias úteis da semana só pode esperar que o fim de semana sirva de comemoração, por mais que tenha havido uma provisória. E mais do que fazer uma comemoração, houve uma celebração. Não só dos tais dezesseis anos de vida, mas propriamente dizendo de uma nova fase de vida.
Confesso que me envergonho um pouco ao lembrar, e principalmente, citar os bloqueios que me sujeitei no início do ano. Quando eu digo que mudei e as pessoas duvidam é porque elas simplesmente não podem sentir a diferença que eu sinto ao me ver sem as paredes que me enquadravam.
Quando a gente percebe que não há muitas escolhas e tem mais é que se arriscar, o campo de visão amplia, e se você souber aproveitar cada uma das situações você cresce. Como eu cresci.
É simplesmente pouco inteligente se deixar levar por modelos estipulados sabe-se lá por quem e impedir a si próprio de viver certas amizades e certos momentos. E quando eu digo que cresci, é porque aprendi que você não precisa ser exatamente como seus amigos e muito menos fazer o que eles fazem. Aceitação e personalidade são duas coisas que andam juntas e podem muito bem serem construídas juntas.
Decorrente disso em alguns pontos (alguns, não todos) eu mudei. Mudei porque cresci, cresci porque mudei. Pode soar confuso ou até mesmo com o mesmo significado, mas além de abrir meus horizontes para as pessoas ao meu redor eu abri os horizontes para mim mesma. Assim, aprendi a começar a me dar as oportunidades de viver e aproveitar como deve ser. Algumas formalidades ainda precisam ser abandonadas, mas nada como uma sexta-feira para servir de formatura.
E essa sexta-feira serviu para eu perceber cada uma dessas diferenças a qual me sujeitei, percebendo que sentirei falta de certas personalidades difíceis que foram importantes para que essa fase fosse alcançada.
Além do mais, serviu – e talvez principalmente – para eu provar somente para mim mesma que certas atitudes não condenam e não prejudicam, além de fazerem bem para uma tal de alto estima.
Ao mesmo tempo que trás benefícios faz com que eu perceba que definitivamente não estou pronta, e nem pretendo, sujeitar-me a algumas decorrências. Aliás, nem preciso.
Tenho completa certeza de que há quem critique e considere tudo isso influência e bla bla bla. Mas eu me sinto bem e acho que tudo isso é pouco, pequeno e até mesmo idiota para que exista explicações.
Claro, não poderia deixar de citar como o mundo dá voltas… Gosto tanto disso!
Ahh, aaaah. Depois da formatura, vem o colégio. E no colégio…