“Um ponto seeeeeeeeeeis!”, não foi a saudação mais calorosa da face da terra, mas já era de se esperar que esse seria o tipo de recepção que eu teria ao entrar pela cozinha no dia do meu aniversário.
Quer dizer, dizem por aí que era meu aniversário nesse dia… Porque até mesmo quando eu estive no meio de dois fortes abraços de parabéns não parecia que fazia um ano em que eu tinha completado quinze anos.
Mas não digo que por isso tive um aniversário ruim… Pelo contrário! Acredito que o fato de não parecer meu aniversário foi quase determinante para que eu tivesse uma terça-feira feliz. Afinal, o que se pode esperar para uma terça-feira de aniversário em meio a uma turbulenta semana de provas?
Eu só temi por me sentir mal pelo fato de estar tendo um dia banal para quem completa dezesseis anos. Mas, não passa de uma ilusão acreditar que tudo deve parar só porque faz mais um ano que você está vivo e cheio de saúde. A vida continua e o mundo não pára, até mesmo quando você está assoprando velhinhas.
Meu dia, inclusive, foi mais banal que o de costume. Como se não bastasse andar de ônibus e lavar alfaces ainda enfrentei crises contra o relógio e irritações de mãe via telefone.
Mas, novamente, acho que cada uma das banalidades foram importantes para que não fosse simplesmente um aniversário. E exatamente por isso eu devo confessar que me arrependi por ter feito um cochilo tão extenso…
Se tivesse sido simplesmente um aniversário eu provavelmente não teria tido uma metade de mim andando ao meu encalço o dia todo. E devo dizer que nada como ter um par de bochechas te seguindo pela casa!
Eu não teria tido uma comemoração tão pouco planejada e tão adequada para o que eu queria. E provavelmente não teria entrado em pânico ao me deparar com duas velas acesas esperando serem apagadas, e um bolo escrito “Parabéns” prontinho para ser cortado juntamente com o tal do pedido.
PEDIDO! Eu mal consigo me lembrar perfeitamente de qual foi o pedido que eu fiz ao cortar o primeiro pedaço de bolo debaixo para cima… Eu sempre planejava com antecedência qual pedido fazer, mas eu simplesmente havia me esquecido que não era mentira o fato de meu aniversário tger chegado, de novo.
Quando chega o fim da festa e os ponteiros do relógio indicam que falta muito pouco para você ter um dia além dos anos recém-completados bate aquela nostalgia de leve… Aquela impressão de que o dia seguinte não poderá ser tão bom quanto e de que tudo voltou ao normal.
Não quando você tem dois principais convidados debaixo de seu teto para te ajudar com os presentes e te dar os últimos parabéns num intervalo de um ano.
Quer dizer, dizem por aí que era meu aniversário nesse dia… Porque até mesmo quando eu estive no meio de dois fortes abraços de parabéns não parecia que fazia um ano em que eu tinha completado quinze anos.
Mas não digo que por isso tive um aniversário ruim… Pelo contrário! Acredito que o fato de não parecer meu aniversário foi quase determinante para que eu tivesse uma terça-feira feliz. Afinal, o que se pode esperar para uma terça-feira de aniversário em meio a uma turbulenta semana de provas?
Eu só temi por me sentir mal pelo fato de estar tendo um dia banal para quem completa dezesseis anos. Mas, não passa de uma ilusão acreditar que tudo deve parar só porque faz mais um ano que você está vivo e cheio de saúde. A vida continua e o mundo não pára, até mesmo quando você está assoprando velhinhas.
Meu dia, inclusive, foi mais banal que o de costume. Como se não bastasse andar de ônibus e lavar alfaces ainda enfrentei crises contra o relógio e irritações de mãe via telefone.
Mas, novamente, acho que cada uma das banalidades foram importantes para que não fosse simplesmente um aniversário. E exatamente por isso eu devo confessar que me arrependi por ter feito um cochilo tão extenso…
Se tivesse sido simplesmente um aniversário eu provavelmente não teria tido uma metade de mim andando ao meu encalço o dia todo. E devo dizer que nada como ter um par de bochechas te seguindo pela casa!
Eu não teria tido uma comemoração tão pouco planejada e tão adequada para o que eu queria. E provavelmente não teria entrado em pânico ao me deparar com duas velas acesas esperando serem apagadas, e um bolo escrito “Parabéns” prontinho para ser cortado juntamente com o tal do pedido.
PEDIDO! Eu mal consigo me lembrar perfeitamente de qual foi o pedido que eu fiz ao cortar o primeiro pedaço de bolo debaixo para cima… Eu sempre planejava com antecedência qual pedido fazer, mas eu simplesmente havia me esquecido que não era mentira o fato de meu aniversário tger chegado, de novo.
Quando chega o fim da festa e os ponteiros do relógio indicam que falta muito pouco para você ter um dia além dos anos recém-completados bate aquela nostalgia de leve… Aquela impressão de que o dia seguinte não poderá ser tão bom quanto e de que tudo voltou ao normal.
Não quando você tem dois principais convidados debaixo de seu teto para te ajudar com os presentes e te dar os últimos parabéns num intervalo de um ano.
É estranho não conseguir entender como o meu aniversário passou e eu mal tive a percepção disso. A única explicação possivelmente aceitável é a de que alguns meses foram diretamente decisivos para que eu me transformasse e fizeram com que essa nova idade marcasse uma fase incrivelmente nova. As mudanças realmente caíram como uma luva nessa nova unidade a ser acrescentada nos anos de vida.
É como um marco onde posso dizer “Com quinze anos era assim… Com dezesseis já é assim!”. Ridiculamente, claro.
Agora que eu já tenho dezesseis e algumas horas é como se o dia vinte e cinco não tivesse passado propriamente dizendo, mas é como se eu já carregasse a positividade e as mudanças tão pouco notáveis.